Tributo ao Senna
- 2010/agosto/1
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Resolvi testar ontem, e até o momento, atualizei a glibc e não foi necessário reiniciar o computador. Há uma página com instruções, mas como estão em inglês, vou fazer uma benevolência aqui e colocar “mastigadinho” para o Lucid Lynx (10.04, versões 32 e 64 bits).
Por favor, peça uma chave de acesso aqui, que a mesma será enviada para o e-mail especificado. Com esta chave será possível instalar o pacote Uptrack em todos os computadores desejados (grátis apenas para Ubuntu e derivados, não me perguntem a razão).
Para habilitar o repositório do Ksplice e instalar o Uptrack, crie o arquivo /etc/apt/sources.list.d/ksplice.list com as (duas) seguintes linhas:
deb http://www.ksplice.com/apt lucid ksplice
deb-src http://www.ksplice.com/apt lucid ksplice
Nota: particularmente penso que “deb-src” é dispensável; se achares também, comente a linha com um “#” ou não a inclua.
Agora rode os comandos abaixo, em ordem:
$ sudo apt-get install ca-certificates
$ wget --no-check-certificate https://www.ksplice.com/apt/ksplice-archive.asc
$ sudo apt-key add ksplice-archive.asc
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install uptrack
O diálogo de instalação é em inglês. Será solicitada a chave de acesso: copie-a do e-mail recebido e cole-a no respectivo campo. Aceite a licença de uso (se ainda não tiver feito isto) e por fim rode o seguinte comando:
$ sudo uptrack-upgrade -y
Pronto! Agora reboot é coisa do passado!
Para os módulos de vídeo proprietários da Nvidia, é necessário recorrer a um “macete”, já que o dkms não faz o serviço direito caso GDM ou o X estejam rodando. É necessário que os módulos já tenham sido instalados (com falha ou não) via synaptic ou update-manager.
Feche todas as janelas que estiverem abertas, feche o gerenciador de janelas e volte para o GDM (no caso do KDM ou XDM, o comando será diferente). Quando a tela de login aparecer, pressione CONTROL+ALT+F1 para ir ao tty1. Dê login em modo texto e faça o seguinte:
$ sudo service gdm stop
$ sudo rmmod nvidia-current
$ sudo dpkg-reconfigure nvidia-current
$ sudo modprobe nvidia-current
$ sudo service gdm start && exit
Não sei como proceder ou qual a necessidade no caso de usar os drivers da ATI. Os que vêm no Xorg, via de regra, comportam-se bem, bastando sair do X e retornar.
É jogo rápido: ao contrário das lendas propagadas, os sistemas de arquivos usados no Linux atualmente (xfs, jfs, ext4fs etc.) possuem algum nível de fragmentação (na verdade, sempre possuíram…). Como eu sempre recomendo ao pessoal que possui arquivos grandes (imagens de DVD, ISOs e qualquer coisa com mais de 100MiB) o uso do xfs no Linux, então mãos à obra.
Editar o fstab para melhorar o desempenho e diminuir a fragmentação — parece bobagem, mas existem configurações úteis para quem deseja melhorar o desempenho em unidades de disco com partições xfs. Exemplo:
/dev/sda5 /home xfs noatime,nodiratime,logbufs=8,allocsize=8M 0 2
No caso acima, o sistema não grava a data de último acesso em arquivos (noatime) e diretórios (nodiratime), aumenta o espaço para cache do journaling (logbufs=8), e aloca mais espaço (8MiB) para escrita concorrente de arquivos (allocsize=8M).
Verificar o nível de fragmentação de uma partição xfs:
$ sudo xfs_db -c frag -r /dev/sda5
E para desframentar online o sistema de arquivos (sem a necessidade de parar todos os processos, reiniciar em algum runlevel para manutenção ou algum outro procedimento esdrúxulo):
$ sudo xfs_fsr -v /dev/sda5
Caso tenhas o pacote zenity instalado, é possível fazer uma janelinha de diálogo para leitura posterior do que foi reorganizado pelo xfs_fsr:
$ sudo xfs_fsr -v /dev/sda5 | zenity --text-info --width 480 --height 240
Para referência/fonte de consulta, o melhor é sempre a documentação original ou algum HOWTO completo.
A caixa de mudanças de três velocidades do Chevrolet Opala é do tipo convencional, com todas as três marchas sincronizadas. Seus elementos principais são a árvore primária, a árvore secundária, o trem de engrenagens intermediário ou “carretel”, a engrenagem intermediária de marcha a ré e seu eixo.
A árvore primária é sustentada por um rolamento alojado na carcaça da engrenagem em sua parte posterior, enquanto sua extremidade anterior se apoia em uma bucha prensada numa cavidade da parte posterior da árvore de manivelas. As estrias da árvore primária engrenam nas estrias do cubo do disco da embreagem.
A árvore secundária incorpora as engrenagens corrediças e os cubos de sincronização e sua extremidade anterior se encaixa em um mancal de 15 roletes situado na cavidade da árvore primária. Sua parte média se apoia em um rolamento alojado na carcaça da caixa e suas estrias se encaixam nas estrias da luva da árvore de transmissão.
O trem de engrenagens intermediário tem seu eixo apoiado em duas carreiras de roletes em ambas as extremidades, em um total de 92 roletes. Nos modelos a partir de 1971, o trem de engrenagens é uma peça única, não tendo mais o eixo separado e suas extremidades se apoiam em rolamentos de roletes, constituindo esse detalhe a diferença básica entre os dois modelos. A engrenagem intermediária de marcha a ré tem seu eixo apoiado em mancais usinados na própria carcaça e travado por uma esfera de travamento. As engrenagens possuem dentes helicoidais projetados para sustentar torções elevadas e altas velocidades com o mínimo de atrito, sem gerar, portanto, calor excessivo e ruídos durante o funcionamento.
A troca de marchas é feita por um sistema composto de alavanca de mudanças, trambulador, tirantes, braços, garfos e luvas. O manejo correto da caixa, a troca de engrenagens no devido tempo, com o emprego correto da engrenagem proporcionam longa duração a esse mecanismo, usinado com tolerâncias mínimas e alta precisão, mesmo se tratando de uma fabricação em série. Leia mais